Este blog pretende, através de textos, imagens, e demais possiblidades, refletir o mundo ao nosso redor, sempre com o intuito de desenvolver o melhor que há em nós, para contribuir, para refletir e transformar o nosso entorno, através da politica, da filosofia, buscando sempre a alteridade, o respeito às diferenças, como forma de alcançar este intento.Um abraço, Cláudio.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Bom dia a todos, viva a alteridade, a diferença que soma.
Está em http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/12/pena-de-morte-ateus-legalizada-paises.html
Pena de morte para ateus é legalizada em 7 países
Postado em: 13 dez 2012 às 22:34
Além dos países que punem os ateus com a morte, em outras nações os céticos e humanistas são obrigados a mentir para obter seus documentos oficiais, sem os quais é impossível ir para a universidade, receber tratamento médico e viajar para o exterior
Os ateus e outros céticos religiosos sofrem perseguição ou discriminação em muitas partes do mundo e em pelo menos sete países podem ser executados se sua falta da crença se tornar conhecida. A informação é de relatório da IHEU (União Internacional Humanista e Ética) divulgado no último dia 10/12/2012.
Pena capital para céticos vigora no Afeganistão, Irã, Maldivas, Sudão, Mauritânia, Paquistão e Arábia Saudita.
O relatório mostra que a situação dos “infiéis” é mais grave em países islâmicos, onde religião e Estado se confundem. As consequências para o cético às vezes podem ser brutais.
Ele também aponta que em alguns países europeus e nos Estados Unidos as leis favorecem os religiosos e suas organizações e tratam os ateus e humanistas como cidadãos de segunda classe.
O “A Liberdade de Pensamento 2012″ afirma que “há leis que negam aos ateus o direito de existir, restringindo a sua liberdade de não ter nenhuma crença e de expressão. Também revogam sua cidadania e limitam seu direito de se casar.”
Há leis que “obstruem o acesso dos céticos à educação pública, proíbe que exerçam cargo público, criminalizam a sua crítica à religião e os executam por deixar a religião de seus pais.”
O relatório foi levado ao conhecimento de Heiner Bielefeldt, relator especial das Nações Unidas sobre a liberdade de religião ou crença. Ele disse haver pouca divulgação de que os ateus estão protegidos por acordos globais de direitos humanos.
O IHEU — que congrega mais de 120 entidades humanistas, ateístas e seculares em mais de 40 países — informou que divulgou hoje o relatoria para marcar o Dia da ONU de Direitos Humanos.
De acordo com o relatório, que abrange 60 países, os sete onde ser ateu ou desertar da religião oficial pode trazer a pena capital são o Afeganistão, Irã, Maldivas, Mauritânia, Paquistão, Arábia Saudita e Sudão.
O relatório de 70 páginas não enumera casos recentes de execução por motivo de “ateísmo” porque os pesquisadores dizem que o delito é muitas vezes embutidos em outras acusações.
Em uma série de outros países — como Bangladesh, Egito, Indonésia, Kuwait e Jordânia — a publicação de ideias ateístas ou pontos de vista humanistas sobre religião são totalmente proibidos ou estritamente limitada, de acordo com leis de “blasfêmia”.
Em muitos destes países, e outros como a Malásia, os cidadãos têm de se registrar como seguidores de religiões oficialmente reconhecidas, as quais normalmente incluem não mais do que o islã, cristianismo e judaísmo.
Ateus e humanistas são, assim, obrigados a mentir para obter seus documentos oficiais, sem os quais é impossível ir para a universidade, receber tratamento médico, viajar para o exterior.
Países da Europa, da África subsaariana, da América Latina e da América do Norte, embora tenham governo tido como secular, dão privilégios a igrejas cristãs, como isenção fiscais e tratamento diferenciado em atividades como a educação.
Na Grécia e na Rússia, o governo protege ferozmente da Igreja Ortodoxa, cujos sacerdotes ocupam lugar de destaque em eventos de Estado. Na Grã-Bretanha bispos da Igreja da Inglaterra têm assentos na câmara alta do Parlamento.
Nos Estados Unidos, embora a liberdade de religião e de expressão tenha a proteção da Constituição, “há um clima social e político em que ateus e não-religiosos se sentem como os americanos menores ou não-americanos”, diz o relatório.
Em pelo menos sete Estados, há disposições legais que impedem ateus de assumirem cargos públicos. No Arkansas, uma lei proíbe ateu de depor como testemunha em um julgamento.
É uma boa reflexão, sobre como devemos tomar cuidado, para que este fanatismo não corroa também nossa sociedade, principalmente nosso legislativo, que aqueles que lutam pela liberdade de expressão, pela liberdade religiosa, pelo direito de ser ateu que é um direito como qualquer outro. É bom monitorar. E para nós que somos cristãos, budistas, ou qualquer vertente espiritual, possamos fazer uma prece pelo respeito e pela alteridade, afinal, é a diferença que nos une e nos faz aprender.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Para refletir.
Bom dia, lendo um artigo de Frei Betto sobre Trabalho Escravo no Brasil, na edição de hoje do jornal "Estado de Minas", não pude deixar de pensar na imensidão de "Brasis", que nos envolvem e que parecem não ter mesmo solução.Acho que o que mais me incomoda é a letargia, que tomou conta de nós, da sociedade em geral, salvo raras excessões. Me parece, uma sociedade descontrolada e sem freio, onde os mais elementares valores, como respeito a dignidade humana,a vida humana, não tem mais valor nenhum. Não irei me desculpar pela repetição do termo VALOR,pois é proposital e reflexivo, afinal, o que tem VALOR para nós?
Boa reflexão.
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